quarta-feira, 16 de abril de 2014

18ª JORNADA NACIONAL PROMOÇÃO FEMININO

CADIMA RESERVOU LUGAR NO “PÓDIO”


 
 


UR Cadima 5 vs 0 Esperança AC


Campo:
Complexo Desportivo de Cantanhede
Espectadores:
100
Resultado ao intervalo:
3 - 0
Arbitro:
Cátia Tavares (AF Coimbra)

 
UR Cadima:
Mónica , Sofia ( Teresa 65’), Daniela , Raquel Jesus ( Jéssica 82’), Sónia, Leonor , Anita, Joana Teixeira , Antónia, Joana Marques e Bárbara ( Rakelita 53’)
Outras convocadas:

Treinador: Orlando Jorge

Esperança AC
:Rita, Andreia, Tânia, Jéssica, Diana, Carolina Costa, Cláudia, Cris, Marilyne, Carolina Gomes e Mariana
Outras convocadas
: Flôr, Inês, Silvia e Filipa
Treinador:Tito




Golos:


Anita (7’, 37’e 58’), Sónia ( 80’) e Teresa (73’)

 
Disciplina:
nada assinalar

 
Relato:

O “povo” estava com saudades do futebol feminino e saiu à rua numa tarde de “verão” que mais convidava a um mergulho numa qualquer bonita praia do distrito, mas quem gosta , gosta, apresentando-se a bancada bastante colorida para apoio a mais um encontro entre vizinhos. De volta a casa para encerrar o campeonato a equipa de Cadima não facilitou, novamente com mexidas no onze facto que ao longo da época não deixou consolidar um modelo de jogo mas que proporcionou a todas jogar mais minutos, as atletas visitadas entraram dispostas a somar mais 3 pontos pressionando desde o apito inicial. Debaixo de um calor impróprio para a época, o Cadima deu o seu primeiro sinal de perigo aos 4 minutos com Anita atirar uma “bomba” à trave da baliza defendida por Rita , o pé ficou a ferver e volvidos apenas 3 minutos foi utilizado de forma exemplar para inaugurar o marcador, era a primeira “explosão” de alegria no complexo. Galvanizados pelo golo, atletas e publico foram à procura do segundo jogando a toda a largura do campo e fazendo vários cruzamentos que não tinham na finalização o melhor seguimento, respondia a equipa de São Martinho em lançamentos longos para a desamparada Mariana ou através de bolas paradas sempre com Cris a finalizar, contudo em ambas as situações Mónica mostrou-se sempre atenta. Aos 22’ Anita marca canto da direita do seu ataque, Sónia com um movimento repleto de beleza aparece ao segundo poste ampliando a vantagem para duas bolas, a equipa forasteria acusa o golo aproveitando a equipa gandareza para pressionar um pouco mais, o publico ajuda e o resultado também. À passagem da meia hora de jogo e talvez numa das mais bonitas jogadas da tarde a bola cruzada por Anita chega à cabeça de Raquel que faz o gesto técnico perfeito faltando apenas direccionar com mais acerto o esférico, o ritmo estava intenso e volvidos alguns minutos Anita surge na “cara” de Rita que com grande frieza e coragem não tremeu e “roubou” o golo à atleta do Cadima. Anita sabia o que tinha faltado e ao minuto 37 entrou na área e com frieza bisava na partida, era hora de na bancada as mensagens de apoio se darem a conhecer, o publico afecto à equipa da casa gostava. Com o tempo a correr para o descanso a equipa do Esperança forçava a mudança de rumo do jogo , Mariana aos 43 minutos “fugiu” a toda a defensiva local apenas não conseguiu bater Mónica que com boa intervenção não deixou reduzir a diferença. O intervalo chegava para o merecido descanso das 22 atletas em campo.

O segundo tempo foi um pouco diferente do primeiro, a equipa visitante ocupou melhor os espaços , subiu no terreno e dividiu a partida, o esforço da primeira metade também se fazia sentir assim como a falta de ritmo num campeonato aos soluços, era inevitável um ritmo bem mais lento no período complementar. Com a entrada de Flor, atleta rápida e de boa qualidade técnica o Esperança apostava na direita do seu ataque para criar desequilíbrios no jogo, contudo primeiro Bárbara e depois Daniela não facilitaram a vida à jovem atleta visitante. Num jogo de parada e resposta ainda que de forma mais lenta que no primeiro tempo, foi o Cadima a aumentar a vantagem com Anita a marcar o seu terceiro golo, depois de receber um passe açucarado de Joana Teixeira entrou na área e rematou para o fundo das redes da baliza da desamparada Rita que pouco poderia fazer. Mexia o Cadima no seu xadrez de modo a não perder a sua identidade e equilíbrio refrescando as zonas que apresentavam maior desgaste e mantinham a sua ambição, o publico esse queria mais ainda que as dificuldades físicas se começavam a evidenciar. Faltava ainda 15 minutos para o merecido descanso quando se deu a mais bonita jogada do encontro , começou em Joana Marques na direita recuada passou pelo meio, chegou na esquerda avançada onde Raquel colocou em Anita que se desmarcou na área, levantou a cabeça e colocou de bandeja para Teresa fechar a contagem, o golo mais festejado da tarde, sim pela sua beleza mas também porque Teresa não costuma ocupar aquela posição e tem vindo a recuperar de uma grave lesão. Mesmo antes do apito final o Esperança esboçou um ultimo esforço mas não conseguiu mais que uma bola na trave de Mónica, um belo remate que merecia melhor sorte. O apito final chegou encerrando assim mais um campeonato de promoção, a terceira posição alcançada pela equipa gandareza sabe a pouco mas atendendo ao início de época atribulado poder-se-à considerar positiva ainda que não suficiente para as ambições do clube e do grupo trabalho. O publico brindou todas atletas com grande salva de palmas, pelo empenho, dedicação e desportivismo com que decorreu a partida, ambos os conjuntos mereceram o carinho. Arbitragem esteve tranquila e dialogante, nota bastante positiva.

 
 
 








 

terça-feira, 8 de abril de 2014

FUTEBOL FEMININO EM COIMBRA !!!!!!!

LORDEMÃO, ESPERANÇA , CADIMA . . . . . . . . . . . . . . .

Por sugestão dos responsáveis da equipa feminina de Lordemão, as 3 equipas do distrito inscritas e a participar no nacional de promoção feminino aproveitaram uma das "mil" pausas do respectivo campeonato para manterem as suas atletas em competição. Enquanto por todo ou quase todo o nosso país as associações promovem o futebol feminino realizando distritais , ou de fut7 ou de fut11, ou de sub17 ou aberto , em Coimbra são os clubes que fazem torneios para que as suas atletas tenham competição e para que outras apareçam e desfrutem da modalidade. Provavelmente haverá mais duas equipas que pretendem entrar em competição na próxima época, elevando para cinco os representantes do distrito no nacional de promoção, acontecer é uma excelente noticia para a modalidade no feminino. Parece que há algum medo em dinamizar e desenvolver o futebol de 11 feminino no distrito, não será por isso que o futebol salão termina ou perde atletas, são duas modalidades ainda que parecidas bem diferentes, em que serão as próprias atletas a optar, de resto é isso que já acontece, os responsáveis pela organização dos campeonatos deviam fazer "mais" qualquer coisa, vamos lá.

Numa bela tarde de sol, as 3 equipas presentes proporcionaram uma tarde agradável às suas atletas e também ao público presente no velhinho campo da Arregaça, agora com uma cara lavada e um belo tapete verde. Vencer é sempre objectivo em qualquer competição , faz parte do jogo, contudo no triangular disputado com grande disciplina diga-se, foi importante dar minutos a atletas que menos tem jogado no nacional e dar espaço a outras que pela primeira vez puderam "competir" com outros adversários. Os resultados ficam para a história do torneio e nada mais, todas foram vencedoras porque tiveram a coragem e a vontade de participar.


sexta-feira, 4 de abril de 2014

COIMBRA TEM MAIS UMA EQUIPA

POIARES APOSTA NO FEMININO
 
 
 
 
 

segunda-feira, 24 de março de 2014

17ª JORNADA NACIONAL PROMOÇÃO FEMININO


POKER DE ANA MARTINS



FC Belenenses 1 vs 7 UR Cadima

 
Campo Nº2 Estádio Municipal da Marinha Grande
Espectadores:
50
Resultado ao intervalo:
0 - 4
Arbitro:
Natércia Velez (AF Portoalegre)

FC Belenenses:
Andreia, Mariana, Marta, Rosa, Milene, Maria, Telma, MªJoão, Inês, Carol e Sandra
Outras convocadas:Jessica, Tânia, Marisa e Mara
Treinador:Sandra

 
UR Cadima:
Mónica Varanda, Sofia Silva ( Diana Barradas 80’), Daniela Costa,
Raquel Jesus ( Teresa Pinheiro 70’), Sónia Almeida, Leonor Reis, Ana Lopes,
Dina Almeida (Mafalda Lobato 75’), Ana Martins, Joana Teixeira e Maria Amaro
Outras convocadas:Jéssica Silva
Treinador:
Orlando Jorge
Golos:
Ana Martins (11’, 18’, 65’e 84’), Dina Almeida ( 39’e 45’ ), Sónia Almeida ( 80’) e Mariana Rosa (86’)
 
Disciplina:
vermelho a Ana Lopes ( 68’ )

 
Relato:
Depois do último jogo, há muito tempo atrás, a equipa de Cadima voltou a jogar, desta feita uma deslocação à Marinha Grande onde defrontou o Belenenses local. Aproveitando um dia perfeito para a modalidade e um tapete verde natural de fazer inveja a muitos da principal liga nacional a equipa gandareza conquistou os 3 pontos numa partida para cumprir calendário, ainda assim o empenho e o querer fazer bem foram uma constante.
Entrou bem a equipa de Cadima que logo nuns instantes iniciais poderia ter inaugurado o marcador não fosse o “chapéu” de Anita se transformar num pequeno “boné” permitindo a defesa segura de Andreia. Estava dado o mote e demonstrada a vontade das forasteiras que continuaram a pressionar até que aos 11 minutos e numa bonita jogada individual Anita corrigiu as medidas e desta feita inaugurou o marcador. Não se ficaram as visitadas que na jogada seguinte poderiam empatar não fosse a pronta e segura intervenção de Mónica, estava animado o jogo para agrado dos espectadores presentes. Aos 18 minutos Anita bisava na partida concluído ao segundo poste uma boa iniciativa de Joana Teixeira que depois de ultrapassar a sua opositora directa cruzou com intenção e perfeição, o resultado nesta fase demonstrava mais a eficácia forasteira que propriamente o domínio de jogo que se mantinha vivo e equilibrado. A equipa visitada apesar de lutar muito e do muito empenho não conseguia criar situações de efectivo perigo em bola corrida, procurava quase sempre Telma que teve dificuldade em ultrapassar a sua marcação, se o plano “A” não dava frutos procurava no plano “B” melhor sorte, as bolas paradas, contudo ai Mónica esteve altura e disse presente.
A equipa de Cadima mais experiente ia tentando ampliar a vantagem mas apesar de estudar bem a lição não conseguia coloca-la em prática e continuava a ser apanhada na teia do fora de jogo, “arma” perigosa mas colocada em prática com muita sabedoria pelas locais. Finalmente a teia foi quebrada aos 39 minutos quando Raquel Jesus pela esquerda, acreditou, arriscou e levou a sua iniciativa até final, ultrapassou a defensiva local e entregou de bandeja o golo a Dina que não desperdiçou a oportunidade de voltar a marcar. Em cima da hora foi Daniela que acreditou ser possível e pela esquerda fugiu à defensiva local, já perante Andreia não tremeu e ofereceu também ela o bis a Dina, que uma vez mais estava no sitio certo para concluir uma jogada, estava feito o resultado do primeiro tempo.
A segunda metade da partida apresentou uma equipa da casa com algumas alterações tácticas aparecendo agora a irreverente Mariana Rosa no centro do ataque , com a sua constante mobilidade e qualidade colocou muitas dificuldades à defensiva visitante. Aos 55 minutos e após uma boa abertura de Telma , Mariana obrogou a uma saida arrojada de Mónica a evitar o primeiro da equipa local. Aos poucos o Cadima foi equilibrando a partida e à passagem do 10º minuto complementar Anita aproveita uma reposição de bola menos conseguida, agora da gusrdiã Jessica e com um pontapé certeiro fez um golo de belo efeito. Aos 68 minutos um momento que não deveria ter acontecido num jogo disciplinado e de certa forma resolvido, Ana Lopes sofre uma falta quando se prepara para rematar mas nada é assinalado erradamente, uma troca de palavras entre atleta e a juiza da partida que aparentemente parecia pacifica resultou num vermelho directo para espanto de todos, é a diferença de se poder errar sem ser punido e errar não tendo alternativa, contudo a reação da atleta tem de ser reprovada uma vez que o Cadima tinha o jogo controlado, a expulsão só pode ter sido por palavras e não devia ter acontecido, errar também serve para aprender. Com muito tempo para se jogar a equipa de Cadima refez o seu “xadrez”, refrescou algumas posições e voltou a estar por cima do jogo não facilitando na marcação a Mariana Rosa. Aos 80 minutos Sónia de grande penalidade aumentava a vantagem e apenas quatro minutos depois Anita fazia o seu 4º golo na partida o 7º da equipa visitante que mesmo com uma unidade tentou sempre o ataque às redes defendidas pela jovem Jessica. O Belenenses nunca baixou os braços , lutou sempre pelo seu golo e foi premiado ao minuto 86 com a inevitável Mariana Rosa a concluir uma boa jogada individual e a fazer um grande golo sem qualquer hipotese para Mónica que se limitou a olhar o esférico, um golo merecido para as locais e sobretudo para a sua marcadora. Apito final confirma uma vitória justa da equipa forasteira que mesmo sem interpretar bem a lição demonstrou ter neste momento mais argumentos, a equipa visitada merece os parabéns pela constinua procura do golo e pela forma disciplinada que jogo. Num jogo super correcto a arbitragem fica marcada pela expulsão que provavelmente poderia ter sido evitada, fica a dúvida. O Cadima volta à competição já daqui a 21 dias, até lá. . . . . . .

Filme:







 

sexta-feira, 14 de março de 2014

NACIONAL DE PROMOÇÃO FEMININO

DESABAFO
 
Vou ter jogo ! não vou ter jogo! Vou ter jogo ! não vou ter jogo ! . . . . . . .  é isto praticamente todo a época, é assim que vamos evoluir ?

Evoluir é a competir, é ter toda a “gente” pronta para hoje e para o próximo desafio, é estarem todos focados na competição, é trabalhar sabendo que vou colocar tudo em campo no próximo jogo, que posso continuar a fazer bem ou que posso corrigir o que de menos bem fiz.

Tanta paragem tiram a paciência a dirigentes, treinadores e atletas, desmotiva, cria falta de ritmo, cria ansiedade, cria desinteresse pela competição. Como se podem motivar atletas não profissionais sabendo que no próximo e talvez no seguinte e quem sabe no outro domingo não vamos ter jogo ??

Façam menos series com mais equipas e com número par das mesmas para que seja um campeonato competitivo e sem paragens ou minimizar essas paragens. Façam uma primeira divisão com 14, 16 equipas esqueçam as 10 com subidas e descidas separadas, não tem interesse e é mau para quem é mais regular ao longo da época ...

Mais um domingo sem jogo, agora porque a serie é ímpar e cabe em sorte folgar, é mau demais, depois voltamos a jogar e voltamos a parar depois logo se vê. Os clubes, dirigentes, equipas técnicas, atletas, patrocinadores e associados fazem esforços para que as equipas existam para competir não para tanta paragem ... haja paciência


Orlando Jorge

terça-feira, 11 de março de 2014

15ª JORNADA NACIONAL PROMOÇÃO FEMININO

CADIMA CUMPRIU

 
UR Cadima 9 – 0 Lordemão FC

 



 

Campo: Complexo Desportivo de Cantanhede
Espectadores: 50
Resultado ao intervalo: 4 - 0

Arbitro : Célia Santos  ( AF Vila Real )
Assistente n1: António Coelho
Assistente n2: Mauro Henriques
 
UR Cadima : Mónica ( Jessica 42’), Sofia, Joana Marques, Leonor,  Bárbara, Daniela, Maria, Sónia, Anita ( Raquel 68’), Tita e Joana Teixeira ( Antónia 45’)
Outras convocadas: Rita, Mafalda e Diana 
Treinador : Orlando Jorge

 
Lordemão FC : Mónica, Margarida, Bea, Inês, Liliana, Mingas, Sónia, Ana, Joana, Adriana e Eldi
Outras convocadas: AngélicaTreinador:  Inácio Batanete

Golos : Tita (13’+ 29’ + 33’+ 46’ e 55’) , Joanita (44’), Anita (48’), Antónia ( 50’ + 80’)

Disciplina : nada assinalar
 
 
 
Crónica:
 
Mais de um mês depois do último jogo perante o seu fiel público a equipa feminina de Cadima voltava a jogar no espaço que bem a tem acolhido nas últimas épocas, o Complexo Desportivo de Cantanhede.À hora marcada eles não faltam e dão um colorido especial ao espaço, não são muitos é verdade, mas são uns adeptos muito bons. O jogo como se poderia prever, pelo desempenho das duas equipas ao longo da época, foi jogado quase sempre no meio terreno da equipa de Lordemão contudo as atletas comandadas por Inácio Batanete bateram-se com grande determinação durante os 90 minutos, mostrando uma grande entreajuda. A equipa da casa desde cedo se instalou junto à área adversária na tentativa de chegar ao golo cedo, alguma ansiedade e desconcentração adiaram o mesmo para o minuto 13 quando Tita disparou forte batendo Mónica pela primeira vez. O Cadima como lhe competia dominava o jogo tentou jogar simples, não complicar e ampliar a vantagem, uma procura intensa do golo para agrado dos locais, Mónica ,a defensiva forasteira e alguma falta de rigor no remate final foram adiando o dilatar do marcador que se cifrava em 4 golos no final da primeira parte, Tita e Joana Teixeira foram as marcadoras. O segundo tempo teve uns 10 minutos iniciais de grande fulgor atacante por parte do Cadima que nesse período fez 4 golos e desperdiçou outros tantos, a equipa forasteira parecia agora mais desconcentrada e sobretudo fatigada enquanto a equipa da casa jogava com grande velocidade e acerto. Aos poucos a equipa de Lordemão foi-se reorganizando e o fulgor visitado abrandando, apesar de algumas boas oportunidades só aos 80 minutos o placar voltava a funcionar e pela última vez, Antónia fechava assim as contas do jogo, finalizando uma boa jogada colectiva. Pouco depois o apito final confirmava uma vitória justa que poderia ter mais ou menos golos mas com o vencedor correcto. Num jogo que a equipa local tornou menos complicado, o empenho local sempre na procura do golo e a resistência forasteira sempre com a cabeça levantada foram fundamentais para que a partida fosse do agrado do publico presente. Arbitragem tranquila.

 







 

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

14ª JORNADA NACIONAL PROMOÇÃO FEMININO


QUEM MARCOU, GANHOU
 

 
UR FERREIRENSE 1 vs 0 UR CADIMA   


Campo: Complexo Desportivo da Freguesia da Moita
Espectadores: 60
Resultado ao intervalo: 0 - 0
Arbitro: Maria Oliveira (AF Aveiro)


UR Ferreirense:Tânia Oliveira, Sara Alves, Cátia Santos, Sandra Tavares, Ana Almeida, Beatriz Teixeira, Bárbara  Martins, Inês Santos (Viviana Gouveia 83’), Juliana Almeida, Júlia Hollert e Liane Oliveira (Cátia Bento 56’)

Outras convocadas: Renata Silva, Débora Borges, Beatriz Ramos e Eva Pinho

Treinador: Sérgio


UR Cadima: Mónica Varanda, Sofia Silva, Daniela Costa, Raquel Jesus ( Sara Rodrigues 66’), Sónia Almeida, Leonor Reis, Raquel Miranda, Ana Martinho , Ana Lopes, Dina Almeida (Bárbara Santos 34’) e Maria Amaro

Outras convocadas: Jéssica Silva, Maria Faria, Rita Bernardino e Joana Marques
Treinador: Orlando Jorge

Golos:  Bárbara Martins  (69’)

Disciplina: nada assinalar

Relato:

Numa excelente tarde de Sol, coisa rara nos últimos meses, as equipas do Ferreirense e do Cadima entraram em campo com firme disposição de vencer na perspectiva da melhor classificação possível. Entrou bem melhor a equipa da casa que encostou a visitante às “cordas” nos primeiros minutos da partida, não durou muito é certo mas foi um aviso. O Cadima soltou-se das amarras e foi o primeiro a rematar a uma das balizas com Tânia a segurar fácil um remate de Tita, o jogo nem sempre bem jogado era certamente de grande intensidade e com grande entrega de parte a parte mas com as guardiãs Tânia e Mónica longe dos lances. À passagem da meia hora contrariedade para o Cadima que vê a experiente Dina abandonar por lesão obrigando a equipa forasteira a reajustes e a recorrer à capacidade de adaptação e polivalência das suas atletas para não perder a sua identidade. A equipado Ferreirense muito activa só de bola parada incomodava Mónica que se mostrou sempre segura, por sua vez o Cadima apostava no ataque rápido ou contra ataque para chegar a Tânia, aos 38 minutos Mónica defende bem um livre marcado em zona perigosa, aos 45 Maria Amaro tem a melhor hipótese do primeiro tempo, depois de fugir à defensiva visitada e apenas com a guardiã local atira forte mas ligeiramente ao lado, assim terminava o primeiro tempo, uma igualdade justa.

A segunda parte teve um início algo diferente da primeira com a equipa do Cadima a entrar melhor na partida obrigando Tânia a fazer boas defesas aos 13, 14 e 15 minutos e a conquistar vários cantos dos quais a equipa da casa se defendeu com elevação. O jogo estava aberto com a equipa da casa a tentar sair a jogar no pé mas sem criar situações de perigo e o Cadima a tentar explorar os flancos, uma partida em que as defensivas se mostravam mais fortes que os ataques. Aos 69 minutos Bárbara aproveita e bem um reajuste defensivo incompleto e com a sua qualidade ultrapassa toda a defensiva forasteira e remata cruzado para um grande golo, Mónica nada poderia fazer com a bola inclusive a bater primeiro na trave, estava inaugurado o marcador com a defensiva visitante a “facilitar” e a ser penalizada talvez no seu único deslize da tarde.

Até final da partida o Cadima tentou a igualdade, sempre mais com o coração do que com a cabeça enquanto a equipa da casa se organizou bem, tapou todos os caminhos e tentou o contra-ataque, Bárbara Martins já perto do final poderia ter dado a machadada mas aqui Mónica impôs-se bem.

Num jogo equilibrado venceu a equipa que marcou numa das poucas oportunidades da tarde, um resultado muito penalizador para a equipa forasteira e que premeia o trabalho da equipa da casa que se mostrou mais organizada e determinada. Vencer não “custa”, difícil e importante é “preparar” para vencer. Arbitragem facilitada pelas atletas.








Voltamos apenas em 9 Março, recebendo no Complexo Desportivo de Cantanhede a equipa de Lordemão.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

13ª JORNADA NACIONAL PROMOÇÃO FEMININO



XUMBITO, ABRIU E FECHOU

   

O líder da série "C" do nacional de promoção veio a Cantanhede demonstrar o porquê de seguir isolado no comando apenas com vitórias, com maior ou menor dificuldade os 4 golos sem resposta são exemplo da diferença entre as duas equipas neste momento. A equipa de Cadima entrou a perder na partida, aos 40 segundos Xumbito nem deixou sentar todos os espectadores e atirou uma “bomba” que só parou no fundo das redes de Mónica, iniciar pior era impossível. O golo madrugador abalou a equipa visitada que demorou muito tempo a reagir, a intranquilidade instalou-se e a Fundação jogava e pressionava sem grande oposição não foi surpresa que aos 7 minutos a bola embateu no poste direito da guardiã local após um remate cruzado de Pipa. O alerta suou nas locais conseguindo aos poucos reagir ao resultado desfavorável contudo nunca conseguiram chegar com total perigo à baliza de Inês  que teve uma primeira metade descansada. Após os primeiros 20 minutos o jogo passou a ser mais disputado na zona central do terreno, mais repartido, contudo com sinal mais da equipa visitante ainda que sem grande perigo para Mónica. Foi necessário esperar pelo minuto 39 para que o Cadima criasse alguma agitação na área adversária, Tita bate livre tenso ao segundo poste onde Anita e Sónia não conseguiram dar o seguimento pretendido e necessário. Já em período de desconto e quando o descanso era desejado, Xumbito aproveita a cobrança de uma falta para rematar com força, Dina ao tentar intersectar a bola desvia a mesma para o interior da sua baliza, a Fundação ia assim para o descanso com uma vantagem confortável enquanto o Cadima fechava o primeiro tempo como o tinha iniciado, sofrendo um golo.

A segunda metade infelizmente para a equipa da casa não foi muito diferente da primeira apesar de neste período ter obrigado Inês à defesa da tarde, mas mais dois golos sofridos, um abrir e outro a fechar foram demasiado penalizadores para a equipa local. O Cadima partia para o segundo tempo com vontade de pelo menos tentar alterar o rumo do jogo mas não conseguiu evitar que logo no quinto minuto da parte complementar Sílvia Rebelo aumenta-se a vantagem, Xumbito rematou forte para excelente defesa de Mónica, a bola ressalta para atacante visitante que com muita calma coloca em Sílvia que só teve de confirmar o terceiro da partida. Sem nada a perder a equipa da casa tenta reduzir a diferença e liberta-se um pouco mais no ataque, Anita volvidos dois minutos tem um bom remate já no interior da área mas a bola saia à malha lateral. Um pouco mais atrevida a equipa de Cadima volta a criar perigo ao minuto 60 com Sofia aparecer em boa posição e remata para golo, mas, Inês com uma reacção fantástica e com uma execução de grande nível evita o mesmo com a defesa da tarde, grande intervenção da guardiã forasteira. O jogo mantem-se vivo agora com um pouco mais de Cadima enquanto a equipa visitante “descansa” sobre o resultado, Anita volta a ter uma boa iniciativa mas volta a rematar à malha lateral. Já no último minuto e com a equipa da casa bem desgastada, Xumbito aproveita mais um passe longo e bem medido nas costas da defensiva local e não teve dificuldade em fechar o resultado perante a desampara Mónica, Xumbito marcou no primeiro e no último minuto do tempo regulamentar. Final com vitória justa da equipa visitante que foi mais forte nos 90 minutos, ao Cadima reconhecer a vontade de reagir e não desistir, deve-se valorizar o trabalho das várias atletas que conseguiram ir a jogo mesmo debilitadas não deixaram de defender a sua camisola. Arbitragem podia fazer melhor, principalmente na avaliação de lances semelhantes.

No próximo domingo a equipa de Cadima deslocasse à Guarda para efectuar 45 minutos de jogo referentes à segunda metade de uma partida que não terminou, uma decisão regulamentar e da equipa técnica local. Com várias atletas lesionadas e com a “obrigação” de apresentar a mesma ficha técnica aquando do início do jogo, vai ser uma semana complicada e trabalhosa para os dirigentes da URC para tentar justificar a troca das atletas impossibilitadas de ir a jogo.    



    

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

NACIONAL DE PROMOÇÃO

JOGO QUASE A "FEIJÕES" PODE SER "DRAMÁTICO"

Num campeonato onde apenas o primeiro classificado interessa o jogo do próximo domingo deixou de ter o interesse necessário para um campeonato com maior competitividade, sobra a honra e a vontade de vencer todas as partidas. Com o primeiro classificado encontrado, é uma questão de  tempo, bem encontrado diga-se pois é a equipa com mais argumentos e por isso mais forte, o resto do campeonato vai ser cumprir jogos ainda que o sabor da vitória seja bem diferente da derrota, certo é que a nível de classificação tanto "importa" ficar em segundo, como em nono, oitavo, sétimo . . . . . todos vão ter o mesmo "prémio". Para agravar a situação a onda de lesões deita abaixo algumas opções para domingo que poderiam dar mais consistência e equilibrio à equipa beneficiando a mesma e o espectáculo em si, pois interessa dar ou tentar dar um bom espectáculo desportivo para que quem saia de casa não dê o tempo por mal empregue. É por isso com muitas baixas que o Cadima vai receber no seu reduto o líder da serie C , contudo convicto de quem entrar em campo tudo fará para dignificar a camisola que veste e fazer o seu melhor, vontade, entrega e entusiasmo certamente não vão faltar às atletas gandarezas. Que seja sobretudo um bom jogo, bem disputado e sem lesões, de parte a parte é claro, já chega. Boa sorte URC

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

4ª ELIMINATÓRIA DA TAÇA PORTUGAL



BRASIL COM PÉ QUENTE





Vilaverdense FC 2 vs 0 UR Cadima   


Campo: Estádio Múnicipal de Vila Verde
Espectadores: 80
Resultado ao intervalo: 0 - 0
Arbitro: Célia Santos (AF Vila Real)


Vilaverdense FC: Daniela, Guida, Regina, Filipa, Solange, Mariana, Marta (Brasil 45’), Leandra (Ronaldinho 55’), Mariana, Vanessa Malho e Gomes ( Mónica 60’).

Outras convocadas: Duda, Nina, Faria e Catarina

Treinador: Eusébio


UR Cadima: Mónica , Bárbara , Joana Teixeira ( Sofia 32’), Raquel ( Joana Marques 82’), Sónia, Leonor, Raquel Miranda, Ana Martinho , Ana Lopes, Dina (Maria 72’) e Maria Amaro

Outras convocadas: Jéssica, Sara e Daniela
Treinador: Orlando Jorge



Golos:  Brasil (57’+81’)


Disciplina: nada assinalar





Cadima deslocou-se ao Minho para defrontar o actual 5º classificado da primeira divisão, o Vilaverdense  FC em jogo da 4ª eliminatória da Taça de Portugal. O primeiro obstáculo do Cadima foi a distância, 185 Km efectuados com poucas condições deixam as suas marcas, naturalmente não podem servir para ocultar a superioridade da equipa da casa, mas condiciona o desempenho das atletas, segundo o valor da equipa adversária e o terceiro uma bola que nem no tempo do Rei Eusébio pesava tanto, uma vergonha a bola utilizada no jogo, bola escolhida pela FPF para oficial na primeira divisão. Não prejudicou só o Cadima, o próprio VIlaverdense e todas as equipas obrigadas a jogar com a mesma são penalizadas, a FPF que faz tanta questão em colocar as regras em igualdade com o futebol masculino, permite ou “aproveita” bolas de categoria duvidosa para um campeonato feminino, bolas que pelo seu peso colocam em risco a integridade física das atletas, se querem tanto defender a igualdade de géneros comecem por dar as mesmas condições em coisas simples, bolas. 


Sabendo da diferença de andamento entre as duas equipas o Cadima entrou cauteloso e mais defensivo ainda que o tenha feito bem subido no terreno, por sua vez o Vilaverdense fazia uma circulação de bola no seu meio terreno lançando sucessivas bolas nas costas das laterais visitantes que se mostraram quase sempre atentas e sem dar espaços, quando estas eram ultrapassadas as dobras surgiam e as oportunidades de golo foram nulas. Sem conseguir entrar na área Cadimense, as bolas paradas eram alternativa mas ai também a equipa da casa não criou perigo no primeiro tempo muito por culpa da boa postura adversária que sabendo da maior capacidade adversária se bateu com grande firmeza. Ao minuto 32 o Cadima perdeu a sua jovem Joanita que sozinha e numa rotação fez uma entorse grave, sendo de imediato conduzida ao hospital de Braga, um revés na estrutura forasteira que tinha na jovem avançada uma possível fonte de desequilíbrio atendendo às suas características. O nulo ao intervalo era prémio para o desempenho das atletas visitantes que desempenharam bem a primeira parte do plano apesar do maior domínio da equipa local como era de esperar. No regresso dos balneários o Vilaverdense trouxe Brasil, uma atleta que viria a fazer toda a diferença na segunda metade do jogo. Atleta possante, fresca e de grande qualidade individual veio trazer maiores dores de cabeça à defensiva forasteira que teve dificuldade em encontrar o ritmo da dianteira local que entrou decidida a fazer a diferença, logo ao minuto 57 inaugurou o marcador. A equipa de Cadima na sua primeira desatenção da tarde e foi logo penalizada com um golo, Brasil à pouco tempo em campo não perdoou e colocava a equipa da casa em vantagem o que obrigava agora as visitantes a procurar inverter o sentido do jogo. De imediato o Cadima altera toda a sua organização e passa a jogar com mais gente na frente contudo o maior domínio continua a ser caseiro. O jogo torna-se mais vivo e o Cadima dentro das suas possibilidades tenta aproximar-se da baliza de Daniela, os remates vão surgindo aqui e ali mas muito envergonhados sem incomodar a guardiã local, do lado visitado o maior domínio não é traduzido também em perigo para Mónica. Ao minuto 81 a equipa do Vilaverdense marca o segundo, não por demérito visitante mas por mérito das locais que num ataque rápido Vanessa cruza tenso e Brasil aparece ao segundo poste “fuzilando” Mónica que nada poderia fazer, um bonito golo no Municipal de Vila Verde. No pouco tempo restante o Cadima não desistiu, não entregou o jogo e teve duas situações flagrantes para reduzir a diferença, em cima da hora um bonito ataque forasteiro, Ana Lopes coloca em Sofia que em boa posição permite grande intervenção de Daniela para canto. Na sequência do mesmo, Leonor na pequena área atira para golo e vê o mesmo ser negado por uma defesa local em cima do risco final, dois lances que ajudam a definir o jogo, em situações semelhantes a equipa local fez golo.

  

Apito final e vitória da equipa mais forte e com maior domínio do jogo, o Cadima defendeu quando o tinha de fazer e tentou a sua sorte quando lhe foi possível, numa tarde desportiva de bom espectáculo o Vilaverdense segue em frente na prova com todo mérito enquanto a equipa visitada colocou em campo todo o seu empenho e esforço valorizando a vitória caseira. Num jogo bem disputado lamenta-se a lesão da jovem atleta do Cadima , lesão que se espera de rápida recuperação. Arbitragem não teve influência no desfecho final, mas em caso de dúvida o beneficio da mesma foi sempre para as locais e deve rever os 12 metros de barreira . . .